Estava em êxtase, alucinado, entre as 4 paredes do meu quarto. Ela subiu com tudo no meu corpo suado, me deixei ser dominado. Ela então começou a me chupar, eu mordia suas pernas de tanto tesão.
Nos jogamos contra o armário e logo depois saltamos pela janela a fora, seus lábios carnudos e quentes ainda tocavam, em ritmo acelerado, o meu membro rigido, caimos por centenas de andares em velocidade que poderia se comparar ao prazer que estavamos sentido.
O predio não tinha fim, as janelas e andares iam passando como história em quadrinhos e quem olhase para fora poderia ver aquele casal caindo e se amando loucamente, escutar os corações batendo ritmados até a morte.
Foi assim que morri pela sexta vez.
de tanto gozar.
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Fabio Seixas Santos
Abril 2007
Abril 2007
8 comments:
ADOREI...
Intenso esse texto.... bem intenso...
Morremos e nascemos todos os dias... Porém, conseguir ter sete mortes voluptosas, fortes, e descomedidas não é para qq pessoa.... parabéns menino.... vc é um gato, literalmente....
Difícil não chegar a sétima, hein?!(risos)
Mas a intensidade da alma surpeende as limitações dos números.;)
Que venha as próximas sete-centas!!!
Beijos
mmm... são sete ou seis afinal? :D
belissimo texto...
adorei o blog..
bjosss
Esse é o tipo de morte que se deve sentir não sete, mas setenta vezes sete vezes o infinito....e continuar escrevendo, adorei!!
Parabéns amigo!
oi Fabio!
muito criativo este post ... que gozada de morte!!
muito bom1
;)
um xêro!
Caralho, imagina se vc tivesse no nosso "abatedouro" hahahahahah desculpe a indelicadeza , abraço doido! continue gozando assim...
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